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Parque dos Príncipes

Espaço dedicado à cobertura do Campeonato Europeu de Futebol de Selecções a decorrer em França de entre 10 de Junho e 10 de Julho

Parque dos Príncipes

Espaço dedicado à cobertura do Campeonato Europeu de Futebol de Selecções a decorrer em França de entre 10 de Junho e 10 de Julho

19
Jun16

Suíça 0 - 0 França: Serviços Mínimos Franceses Apuram Suíça


J.G.

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Um jogo que muito prometeu na primeira parte acabou congelado de parte a parte gerindo o contexto pontual que apurava ambas as selecções para a próxima fase. 

A França entrou em Lille com algumas mudanças no onze. Kanté, Matuidi, Payet, Giroud e Martial sairam da equipa dando lugar a Cabaye, Pogba, Sissoko, Gignac e Griezmann. Deschamps entre gestão física, disciplinar e acerto de rotinas, rodou quase meia equipa. Se a ideia era dar mais dinâmica tirando proveito de uma maior motivação individual, então é certo dizer que a aposta não resultou de forma entusiasmante. 

Apenas Pogba entrou com tudo e quis mostrar serviço a sério. De tal maneira, que as melhores oportunidade da primeira parte passaram pelos seus pés. Sommer e a trave da sua baliza que o digam.

Do lado da Suíça, Petkovic manteve a estrutura e dez titulares. Lançou o jovem Embolo à procura de contra ataques rápidos e jogadas individuais para surpreender os homens da casa. Ironicamente, o jogo acabou por mostrar uma Suíça com mais posse de bola e com possibilidade de jogar em ataque construído pacificamente desenvolvendo transições ofensivas seguras. Criou poucas ocasiões de perigo mas andou sempre mais perto da área contrária.

Na primeira parte o jogo esteve interessante e com iniciativas de lado a lado que mostravam que a Suíça queria discutir o primeiro lugar.

 

Depois, na 2ª parte quando se soube que a Albânia estava em vantagem, o jogo em Lille mudou radicalmente. De repente, as duas equipas estavam contentes com o resultado. A Suíça continuou a pressionar e a ter mais bola mas já atacava muito mais desconfiada. 

A França optou mesmo pelos serviços mínimos e apenas Payet, vindo do banco, deu alguma emoção aquele ataque. Gignac tentou de longe após tabela com Griezmann mas Sommer resolveu todos os problemas criados.

 

A Suíça festeja um apuramento inédito e segue invicta em prova, a França cumpre a sua obrigação de passar em primeiro lugar mas falha na afirmação de um futebol convincente. Duas vitórias perto do fim de cada jogo e um cinzento 0-0 não é grande cartão de visita para os jogos mais duros que se adivinham. 

A marca de equipamentos helvéticos também terá ficado apreensiva com a imagem de três camisolas rasgadas no calor do jogo. 

 

Melhor em Campo: Sommer

19
Jun16

Albânia 1-0 Roménia : vitória histórica poderá valer qualificação!


Pedro Varela

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Roménia e Albânia entravam para a última jornada com aspirações ligeiramente diferentes para seguir em frente na competição. A Roménia com uma vitória sobre a Albânia e derrota da Suíça diante da França poderia qualificar-se directamente. A Albânia com uma vitória esta noite teria sempre de esperar pelo fecho dos outros grupos para saber se consegue qualificar-se para os oitavos de final.

 

Iordanescu procedeu a quatro substituições, duas delas por lesão Rat e Pintilli, entraram Matel, Hoban, Alibec e Stanciu. O objectivo era claro: lutar pela vitória.

Do lado Albanês, podia regressar Cana, o central que esteve castigado e eventualmente Xhaka, mas a única alteração acabou por acontecer no meio campo com a troca de Kukeli por Basha.

 

A Roménia dominou o jogo como seria de esperar. Mais posse de bola, mais passes concretizados, a ocupar mais terreno que o seu adversário, mas, na realidade houve pouca objectividade na hora de atacar a baliza. Tiveram a primeira oportunidade de golo do desafio, aos 7' por Stancu. O problema é que se alguém fez por marcar nos primeiros quarenta e cinco minutos foi a Albânia. Aos 22' uma incrível perdida por Lenjani, de baliza aberta após assistência de Lila, depois Memushaj com excelente remate a pôr à prova Tătăruşanu, até que aos 43' aparece o golo por Sadiku, a premiar a selecção que mais procurou por este momento. Escrevia-se uma nova página no futebol albanês, o primeiro golo de sempre no Europeu!

 

A segunda parte começa com a alteração no meio campo romeno, Iordanescu colocou Lucian Sânmartean e o sentido do jogo não se alterou muito. A baliza de Berisha era o destino, mas, tal como no primeiro tempo, a eficácia era nula na hora de atirar para o fundo das redes da Albânia.

Os Albaneses passaram a jogar no risco, a partir para o contra ataque pelo seguro e na verdade voltaram a ter as melhores oportunidades. O aviso veio de Memushaj aos 62'.

Só a 15 minutos do fim aparece a melhor oportunidade da Roménia, Andone após uma incursão pela direita, entra na área e atira com estrondo à barra da baliza defendia por Berisha que não tinha hipóteses de defesa. Foi o canto do cisne!

A partir daí a Albânia esteve sempre no controlo do jogo e Mavraj podia ter arrumado a questão a 5 minutos do final de jogo.

 

A Roménia com a derrota de hoje pode fazer as malas, desiludiu num jogo que se esperava muito mais. A Albânia depois da vitória histórica terá que esperar pelos outros resultados dos diferentes grupos, não será fácil qualificar-se com 3 pontos e -2 golos de diferença. Mas, ainda é possível!

 

Homem do jogo: Ledian Memushaj

 

15
Jun16

França 2-0 Albânia : vitória tardia vale qualificação!


Pedro Varela

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Não podíamos começar o texto sobre o jogo desta noite sem falar das alterações protagonizadas por Didier Deschamps para este encontro diante da Albânia. Porquê? Porque liberta tudo aquilo que existe de treinador de bancada dentro de nós, adeptos de futebol. Pogba e Griezmann saíram do 11 titular para entrar Coman e Martial. Ora, isso traduz-se em diversos comentários a favor e contra, com uma certeza, ambos estiveram mal no primeiro jogo. A saída, numa fase de grupos com 3 jogos é aceitável, procurar soluções num sector que se pede mais eficaz.

 

Do lado Albanês, Cana, capitão e defesa central expulso no último jogo, ficou de fora, tal como Xhaka, substituído por Memushaj, dos melhores em campo, na frente Roshi deu lugar a Lila. Como iria reagir a Albânia, neste novo figurino, após um primeiro jogo onde esteve mais de 60 minutos a jogar com dez, era a grande incógnita. Porque a qualidade, mesmo inferior à França, existe e já o tínhamos reforçado na apresentação do grupo A.

 

A primeira parte começa com o domínio natural da França, embora sem grandes ocasiões de golo. Rapidamente atingiu-se o primeiro quarto de hora, onde a posse de bola francesa era muito superior, mas com pouca penetração na área Albanesa. Que não só defendia bem, como contra-atacava com perigo, como aconteceu aos 23' após assistência de Hysaj para Sadiku falhar a emenda.

 

O jogo continuou adormecido, e se Kanté no meio campo era o mais esclarecido e só por bolas paradas de Payet a França tentava assustar a Albânia, já na baliza contrário, aos 38' Lenjani após canto estudado quase engava Lloris. Na realidade, os primeiros quarenta e cinco minutos acabam com as melhores oportunidades a pertencerem à Albânia.

 

Deschamps decide mexer no reatar do jogo com a saída de Martial, praticamente nula a sua exibição esta noite, para a entrada de Pogba que esteve particularmente melhor que no primeiro jogo.

 

Mas à reacção do treinador Francês, Memushaj, que já tinha referido em cima, um dos melhores em campo, atira ao poste colocando em sentido os gauleses. Pogba mostrou-se esta noite mais influente, boa oportunidade para marcar aos 53', mas digamos que neste jogo aconteceu algo muito interessante, pois com 60 minutos de jogo, apesar dos inúmeros remates de ambas as Selecções, nesta altura 17, nenhum tinha ido à baliza. Isso explicava o desacerto completo de França e porque a Albânia poderia aspirar a algo positivo esta noite. 

 

A eficácia Francesa continuava em queda, Giroud continuava a falhar oportunidades de golo feito, tal como acontecera na primeira jornada, e foi preciso entrar primeiro Griezmann e depois Gignac, como curiosidade foi o primeiro francês a actuar na Taça de Libertadores pelo Tigres do México, para o perigo voltar a rondar com frequência a baliza de Berisha.

 

Os últimos 10 minutos são de sufoco para os Albaneses, que já só pensavam no ponto que poderiam conquistar, já com Xhaka em campo, mas a pressão francesa era cada vez maior e praticamente já só se jogava no último terço do ataque francês.

Deschamps pôde respirar de alívio quando Griezmann, que tinha entrado na segunda parte, marcou de cabeça aos 89' o golo da França. 

Era o render por parte dos Albaneses que aguentaram até onde as forças conseguiram, o coração aguentou, mas, quando do outro lado há qualidade individual do nível de Payet, o segundo golo chegou para selar em definitivo a vitória Francesa.

 

Castigo injusto para a Albânia? Talvez. É complicado dizê-lo, porque fez 80 minutos de bom nível aguentando com cabeça as investidas Francesas e demonstrando que está, muito justamente, presente neste Europeu. A qualificação fica praticamente impossível!

 

A França, tal como em 1984 e 2000, arranca o Europeu com duas vitória seguidas e o desfecho é que aquele que sabemos. Mas para já, é a primeira Selecção a qualificar-se para os oitavos de final da competição!

 

Homem do Jogo: Payet

 

15
Jun16

Roménia 1 - 1 Suíça: Ia Ser Bom, Não Foi


J.G.

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Um jogo que tanto prometeu e acabou a saber a desilusão. Quarto empate neste Europeu a abrir a 2ª jornada do grupo A . 

Fazendo uma ponte para a estreia das duas equipas, a Roménia entrou com vontade de fazer esquecer a injustiça que sentiu naquele golo tardio de Payet que anulou o factor surpresa que ia acontecendo. O técnico Iordanescu optou por mudar quatro jogadores com óbvia intenção de dar mais dinâmica ao seu ataque. 

Mesmo assim, foi a Suíça que arrancou melhor. Embalados pela vitória contra a Albânia, os helvéticos apresentaram o mesmo onze e procuraram chegar ao golo cedo como no seu primeiro jogo. Mas a resposta dos romenos foi boa e aos poucos conseguiram tomar conta do jogo.

Pareceu-nos que a Suíça acusou em demasia o conforto de já ter três pontos e acabou por sofrer um golo da mesma maneira que a França. O experiente capitão Lichtsteiner foi apanhado a puxar a camisola de um adversário na área e o árbitro deu o segundo penalti da prova aos romenos. Bogdan Stancu confirmou ser especialista e voltou a converter o penalti passando a ser o melhor marcador do torneio.

A partir dos 18 minutos Suíça passou a dominar o jogo e a Roménia optou por uma pose expectante espreitando o contra ataque. Até ao intervalo manteve-se a vantagem dos vermelhos.

 

Na 2ª parte temeu-se que as várias ocasiões criadas, especialmente por Xhaka, não chegassem para anular a desvantagem suíça. Já na primeira parte o avançado Seferović tinha mostrado falta de qualidade na finalização, e isto já é dizer tudo sobre um ponta de lança. A Suíça foi uma evolução de decepções com Shaquiri à cabeça. A imagem que ilustra o texto é bem simbólica da falta de acerto da estrela suíça, um pontapé de bicicleta inofensivo. Do banco também não vieram melhores notícias. A nossa aposta para revelação, o jovem talentoso Embolo, tem entrado muito ansioso e nervoso acabando por anular as tentativas em desequilibrar. 

O golo do empate veio no forte pontapé no meio de um cacho de jogadores na área, Mehmedi carimbou uma jogada que é um hino à globalização. Djourou, nascido na Costa do Marfim, fez o passe para Mehmedi, nascido na Macedónia, dar o golo para a ... Suíça.

 

Tendo em conta que a Roménia em 14 jogos (não contando com este) em Europeus só tinha ganho por uma vez, já se esperava que o empate se mantivesse até ao fim. Pior para os romenos, que ficam só com 1 ponto, menos mau para a Suíça que soma 4 mas tem que defrontar a França a seguir. 

Podia ter sido um jogo muito bom, acabou por ser o jogo normal destas selecções em Europeus, mediano.

 

Melhor em Campo: Xhaka

11
Jun16

Albânia 0-1 Suíça: Sommer segura vitória tangencial


RSolnado

Jogo muito aguardado na segunda partida do Grupo A a começar logo pelo primeiro embate em Europeus entre dois irmãos, os Xhaka foram naturalmente titulares com a sua mãe na bancada com uma t-shirt divida a meio pelos dois países. Mas não só Granit e Taulant viviam as rivalidades, na Suiça vários jogadores têm pais Albaneses (Shaqiri, Behrami, Dzemaili, Medmedi), do outro lado ao todo são 6 jogadores que nasceram em território suíço.

O golo solitário chegou ainda nos primeiros 5 minutos, canto de Shaqiri e cabeçada de Schär para o fundo das redes com Berisha muito mal na fotografia, péssima saída dos postes do guardião habitualmente suplente de Marchetti na Lazio.

A Albânia podia acusar o golo madrugador e nos minutos seguintes demorou um pouco a encontra-se. Organizada defensivamente em 4-1-4-1, o trinco e surpresa no 11 inicial, Kukeli, pareceu perdido e a Suiça muito por culpa da acção de Dzemaili ia furando pelo meio. Aos 15 minutos Seferovic foi perdulário ao acertar em Berisha em posição frontal depois de boa combinação com Dzemaili.

Os homens de Di Biasi foram crescendo no relvado e depois de ganharem alguns cantos tiveram ocasião soberana para empatarem: passe magistral de Hysaj, lateral do Nápoles, da linha de meio-campo a isolar o avançado Sadiku que isolado e já na área rematou de primeira mas à figura de Sommer.

Pouco depois o lance que mudou o jogo, bola longa para as costas da defesa albanesa com o capitão Cana a perder o duelo com Seferovic e já no chão e em desespero a cortar a bola com a mão. Segundo amarelo e livre em cima da área, onde Dzemaili rematou um míssil que desfez no poste. E pouco depois novamente o “15” helvético a ficar perto do golo.

Na segunda parte a Albânia corrigiu para um claro 4-4-1 e foi conseguindo manter-se no jogo muito por culpa das defesas de Berisha ou dos falhanços de Seferovic. O avançado suíço voltou a vacilar, aos 53 e aos 65 minutos perdeu o duelo para o guardião. Do outro lado, Hysaj voltou a aparecer com duas boas assistências mas os remates não levaram a melhor direcção.

A Suiça ia desapontado, com mais um jogador era de esperar outra iniciativa, e Petkovic ia recuando a equipa no terreno com as substituições. Aos 87 minutos, Sommer assumiu o papel de figura do jogo. Passe a isolar o surpreendentemente suplente Gashi que rematou para uma defesa fantástica do guarda-redes do Monchengladbach, que aguentou sem cair para desviar para canto aquilo que parecia ser um golo certo. Já tinha estado bem nos cruzamentos e na primeira parte na mancha a Sadiku, mas esta defesa valeu dois pontos.

Merecia mais esta Albânia lutadora e unida, apoiada por um fantástico público que mais fez parecer que o jogo foi em Tirana. A Suiça terá de fazer muito mais para vencer a Roménia.

 

Melhor em campo: Yann Sommer

10
Jun16

França 2 - 1 Roménia: Payet Resolve


J.G.

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Dimitri Payet, nascido em Reunião, território ultra marino francês no oceano Indico, deu um golo, resolveu o jogo e saiu a chorar de felicidade do relvado deixando a França em êxtase. À atenção de Marine Le Pen.

Foi uma vitória emocionante e inesperadamente suada para os organizadores do torneio que estiveram perto de perder pontos na estreia. No meio de tantas estrelas, foi o homem do West Ham a resolver uma equação que se tornava cada vez mais complicada.

A Roménia preparou muito bem o jogo, a experiência do seu treinador, Iordanescu, valeu uma exibição muito bem conseguida. E nem foi uma equipa exageradamente defensiva, teve as suas oportunidades e conseguiu equilibrar o jogo anulando os desequilíbrios franceses.

Por seu lado, Deschamps ficou refém de um meio campo demasiado musculado e trabalhador. Só Payet era esclarecido a atacar, Griezmann esteve muito apagado e Giroud demorava a acertar com eficácia na baliza, apesar de algumas boas oportunidades para marcar.

Quando parecia que a França estava condenada a alargar a frente de ataque e arriscar mais no jogo, aparece um cruzamento de Payet para a cabeça de Giroud que foi mais forte nas alturas do que Tatarusanu com as mãos e o golo caía, literalmente do céu, para a França.

Parecia que o problema estava resolvido mas os romenos mostraram muita determinação e chegam ao empate de penalti. O 4º num jogo de abertura de Euro e todos contra os anfitriões. Stanciou sacou a falta ao veterano e ingénuo Evra, Stancu estancou a alegria gaulesa e empatou o jogo.

Estavam jogados 65' e voltava tudo a complicar-se para os azuis. Deschamps lançou dois dos mais novos jogadores de sempre a representarem a França num Europeu, Coman e Martial, para ganhar velocidade, improviso e soluções de ataque. 

Mas foi o hammer Payet que mandou uma autêntica martelada no jogo com um pontapé formidável fora da área e com nove romenos atrás da linha da bola! Um golão que deu a vitória a França de uma maneira épica. 

Boas indicações deixadas pela organização romena, Pinitilii e Hoban muito fortes na zona defensiva do meio campo, Stancu e Stanciu muito activos e com boas iniciativas. Na França, os destaques vão para Kanté, incansável na recuperação de bola, Giroud porque acaba sempre por marcar como tem acontecido nos últimos cinco jogos da França, e , claro, Payet que ficará imortalmente ligado a este jogo inaugural do Euro 2016.

 

Melhor em campo: Dimitri Payet

 

 

 

10
Jun16

Previsões do Parque


RSolnado

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Grupo A

JG: França e Suíça, talvez terceiro Roménia

PV: Passam França e Suíça talvez terceiro Albânia

RS: Passam França e Suíça, talvez terceiro Albânia

 

Grupo B

JG: Passam Inglaterra e Rússia, talvez terceiro País de Gales

PV: Passam Inglaterra e Rússia, talvez terceiro País de Gales

RS: Passam Inglaterra e Rússia, talvez terceiro Eslováquia

 

Grupo C

JG: Passam Alemanha e Polónia, talvez terceiro Ucrânia

PV: Passam Alemanha e Polónia, talvez terceiro Ucrânia

RS: Passam Alemanha e Polónia, talvez terceiro Ucrânia

 

Grupo D

JG: Passam Espanha e Croácia, talvez terceiro R. Checa

PV: Passam Espanha e Croácia, talvez terceiro R. Checa
RS: Passam Espanha e Croácia, talvez terceiro Turquia

 

Grupo E

JG: Passam Itália e Bélgica, talvez terceiro Suécia

PV: Passam Bélgica e Itália, talvez terceiro Suécia

RS: Passam Bélgica e Itália, talvez terceiro Suécia

 

Grupo F

JG: Passam Portugal e Áustria, talvez terceiro Islândia

PV: Passam Portugal e Áustria, talvez terceiro Hungria
RS: Passam Portugal e Áustria, talvez terceiro Islândia

 

03
Jun16

Grupo A: Suíça


J.G.

  • Fifa ranking 15
  • Grupo A
  • Treinador Vladimir Petkovic
  • Primeiro Jogo Albânia
 
 

Ainda está na memória a queda inglória da Suíça no último Mundial aos pés da Argentina a dois minutos do fim do prolongamento. Foi o fim da era do "General" Hitzfeld que deu lugar ao "Doutor" Vladimir Petkovic. O treinador de 52 anos, com três nacionalidades - bósnio, suíço e croata - foi a escolha certa para a Suíça, finalmente, aproveitar todo o jovem talento dos campeões do mundo sub-17 de 2009. 

Misturar a experiência e qualidade de jogadores de topo como os excelentes laterais Rodriguez ( 23 anos ) e Lichtsteiner ( 32 anos) , com a irreverência de jovens como Embolo ( 19 anos ), pode ser a chave para um sucesso nunca antes atingido pelos helvéticos, passar a fase de grupos. 

O futebol conduzido pelas alas tem em Mehmedi e Shaquiri dois intérpretes de peso, resta saber se Seferovic saberá aproveitar o serviços dos extremos. Há matéria prima para um Europeu interessante com várias alternativas para Petkovic usar tacticamente, já que o seleccionador gosta de variar os seus esquemas e não é expectável que recorra ao seu preferido 3-4-3. O facto de só jogar com a França na última jornada deverá ser uma vantagem.

 

Craque:

Xherdan Shaquiri

Rumou ao Stoke City e fez uma bela época mostrando todas as qualidades que lhe são reconhecidas, mobilidade, drible fácil, bons cruzamentos e remates para golo. Promete um bom Euro.

 

Revelação

Breel Embolo

O jovem que deu nas vistas com uma grande época no Basileia é a grande esperança do futebol helvético em termos de ataque. Rapidez, velocidade e poder de decisão são características conhecidas no miúdo nascido nos Camarões. A sua confirmação está pendente do seu estado físico depois de uma lesão no joelho. Esperemos que esteja em condições de encantar.

 

Onze Tipo

Sommer; Lichtsteiner, Djourou, Schar, Rodriguez; Xhaka, Behrami; Mehmedi, Dzemaili, Shaqiri; Seferovic.

 

 
03
Jun16

Grupo A: Albânia


J.G.

  • Fifa ranking 42
  • Grupo A
  • Treinador Gianni De Biasi
  • Primeiro Jogo Suíça
 

Aqui está uma grande surpresa para quem não acompanha com atenção a evolução das competições de Selecções. A Albânia é uma das estreantes em fases finais de Europeus beneficiando do alargamento mas também mostrando argumentos na fase de qualificação onde fez a vida negra a Portugal e superiorizou-se mesmo à Dinamarca, deixando a Sérvia ainda mais para trás.

Desde 2011 com o italiano De Biasi ao leme, a Albânia desenvolveu uma eficaz prospecção de jogadores baseada na juventude kosovar-albanesa espalhada pelo futebol alemão, suíço e croata. O recrutamento de Taulant Xhaka é o ponto de referência desta bem sucedida política. O médio do Basileia somou mais de 40 jogos pelas selecções jovens da Suíça mas aceitou o convite de Biasi para ser um marco na equipa albanesa.

A ideia de jogo assenta num defensivo 4-5-1 bem equilibrado, organizado e que aposta tudo na pressão sobre o adversário com bola.

A agressividade do avançado Cikalleshi personifica bem o espírito lutador das águias que apostam tudo num futebol de resistência nesta estreia ao mais alto nível. A incógnita é saber como vão chegar ao golo com tantas preocupações defensivas. 

 

Craque

Taulant Xhaka

O médio de 25 anos é mesmo o ponto de referência no meio campo albanês. Forte a recuperar bolas, disponível para a luta mas também determinante com bola na hora de construir e assistir os seus companheiros. Joga um pouco por todo o lado, é pau para toda a obra. Indispensável.

 

Revelação

Sokol Cikalleshi

Se estiver nas melhores condições físicas será titular no ataque. Se houver magia albanesa e aparecerem golos surpreendentes é provável que o jogador de 25 anos do Basaksehir (Turquia) esteja envolvido. São vários "ses" mas ser revelação na estreante Albânia não é fácil.

 

Onze Tipo

Berisha; Hysaj, Cana, Mavraj, Agolli; Abrashi, Xhaka, Kace; Gashi, Lenjani; Cikalleshi.