Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Parque dos Príncipes

Espaço dedicado à cobertura do Campeonato Europeu de Futebol de Selecções a decorrer em França de entre 10 de Junho e 10 de Julho

Parque dos Príncipes

Espaço dedicado à cobertura do Campeonato Europeu de Futebol de Selecções a decorrer em França de entre 10 de Junho e 10 de Julho

30
Jun16

Polónia 1-1 (4-5, GP) Portugal: Entregaram-se à sorte, sorriu Portugal.


RSolnado

Abertura dos quartos-de-final, a Polónia com o seu 11 de gala, Portugal com o 5º onze diferente em 5 jogos e com Renato Sanches pela primeira vez titular, no lugar de André Gomes, uma de duas trocas relativas ao último jogo, também Raphael Guerreiro saiu por lesão, reentrando Eliseu.

E foi uma entrada em falso de Portugal. Nem 2 minutos de jogo iam concluídos, passe longo de Piszczek a variar o flanco, abordagem infantil de Cedric a deixar a bola bater no chão e passar-lhe por cima, Grosicki ficou com via aberta no corredor, cruzou para área e Lewandowski a finalizar de primeira antecipando-se a William, que não chegou a tempo da dobra já que os 2 centrais foram arrastados por Milik.

Um golo tão madrugador num jogo dá sempre algo de diferente a um jogo, e os polacos sentiram-se bastante confortáveis nos minutos seguintes, perante uma equipa contrária que acusou o golo, muitos passes errados, muitas decisões precipitadas e pouca lucidez no jogo. Algumas tentativas de remate, mas sem direcção ou perigo. Renato era o único jogador a transportar bola e tentar variar o jogo, jogando com um à vontade de quem faz isto há muitos anos, e afinal tem 18 anos. Como dissemos na antevisão do Euro aqui no Parque, a sua força e poder de explosão permite impor uma velocidade e intensidade no jogo que mais ninguém pode oferecer.

Do outro lado na tentativa de resposta rápida, muitas vezes potenciada por um ataque português desorganizado, a Polónia tentava criar perigo. Lewandowski ameaçou aos 17’, Grosicki teria nova incursão pela esquerda cortada por Pepe. Do outro lado o primeiro remate enquadrado chegou aos 28’ por Ronaldo, fraco e à figura.

Aos 33’ minutos surgiu o golo do empate, o mais inconformado até ao momento foi feliz, Renato recebeu na direita, flectiu para o meio fazendo a tabelinha com Nani (que classe de assistência com o calcanhar), e rematou depois de puxar para o pé esquerdo para o fundo da baliza de Fabianski. Tudo empatado, jogo em aberto. Até ao intervalo, Portugal mais tranquilo em campo e uma Polónia a gerir o estrago causado pelo golo do empate.

O segundo tempo começou mais refreado que o primeiro, muito por culpa do posicionamento demasiado aberto de Renato na direita e João Mário na esquerda, ficando demasiado tempo fora do jogo. A Polónia atacou pela certa, e sem muito perigo. Aos 49’ Lewandowski antecipou-se a Cédric mas Patrício defendeu com segurança. Aos 61’ respondeu Cédric com um tiraço de longe. Aos 67’ Milik antecipou-se a Pepe (sinceramente na única distracção na exibição magistral no comando da defesa) e rematou para grande defesa de Patrício.

Os treinadores começaram a mexer no jogo, Moutinho rendeu Adrien e Quaresma rendeu João Mário, do outro lado Kapustka rendeu Grosicki. De bola parada Fonte assustou Fabianski, e a grande passe de Moutinho, Cristiano Ronaldo falhou na bola, irreconhecível na finalização.

O jogo foi correndo e todos perceberam que iria a prolongamento. E os 30 minutos adicionais foram um arrastar de uma segunda parte onde as equipas se entregaram à sorte da lotaria das grandes penalidades, com alguns remates mas nem um lance de real perigo.

No desempate, todos os jogadores que bateram enganaram os guarda-redes até à oitava grande penalidade: Kuba rematou para a sua direita, voou Patrício para uma enorme defesa a um mão. Quaresma converteu o penalty decisivo e colocou Portugal nas meias-finais. Está igualada a prestação de 1984, 2000 e 2012. E ainda sem uma vitória em 90 minutos…

Melhor em campo: Renato Sanches

25
Jun16

Suíça 1-1 Polónia (4-5 G.P.): Fabianski estragou a festa de Shaqiri


J.G.

  

A Polónia apresentou o mesmo 11 do empate frente à Alemanha, a Suíça optou pelo seu onze tipo, o mesmo em 3 dos 4 jogos.

Logo nos primeiro segundos ficou dado um mote importante do jogo, nervosismo na defesa helvética com Sommer a ser obrigado a aliviar por instinto e a bola a ficar à disposição de Milik que perdoou e mandou para fora. Tem sido este o problema dos polacos neste Euro, a dupla atacante é temível mas tem estado muito aquém da fama na hora de finalizar. Felizmente para o seleccionador Nawalka, os atacantes mostram outras qualidades como arrastar defesas e abrir espaços aproveitando as investidas de qualidade chegadas das alas, Grosicki na esquerda e Kuba na direita. Foi assim que a Polónia chegou ao 1-0 antes do intervalo, bola do ala esquerda para finalização do ala direita, Kuba festejou.

A Suíça aproveitou a falta de eficácia polaca para equilibrar o jogo e estar sempre dentro da disputa da elimantória, embora sem nunca criar grande perigo para Fabianski. Shaqiri sempre a assumir o jogo, Mehmedi no apoio e com a subida dos dois alas Lichtsteiner e Rodriguez.


Com o golo antes do intervalo a Suíça sentiu que tinha de entrar forte na 2ª parte e foi o que fez empurrando logo a Polónia para a sua área. O facto de pegarem no jogo fez com que a Polónia ficasse com via aberta para o contra ataque e com intérpretes bons de parte a parte acabámos por ter um jogo muito interessante e emocionante.

Petkovic mexeu cedo na sua equipa e foi lançando Embolo, Derdiyok e Gelson Fernandes nunca esperando pelos momentos finais para lutar pelo empate. A Suíça intensificou o ataque e Rodriguez só não marcou porque Fabianski fez uma monumental defesa num livre directo. Pouco depois foi a vez de Seferovic atirar com perigo mas a trave devolveu a bola e manteve a vantagem polaca.

Até que apareceu Shaqiri em grande. Pegou na bola, avançou no terreno, virou da direita para esquerda, Lichtsteiner cruzou para a área, a bola sobra para Shaqiri que imita o gesto que tinha ensaiado com a Roménia mas agora na perfeição, um pontapé de bicicleta épico que deu o empate merecido aos vermelhos.


Jogo para prolongamento onde nos primeiros minutos pouco aconteceu. Mas rapidamente se percebeu que os Polacos estavam de rastos, e aos 100 minutos Nawalka efectuou as primeiras substituições, refrescando o meio-campo. Sem efeitos práticos. Nos últimos 15 minutos a Suiça carregou e Fabianski negou a Derdiyok o golo da vitória com uma magnífica defesa a cabeçada do avançado, que cabeceou isolado, assistido, claro está, por Shaqiri. Nos derradeiros dois minutos, lances aos repelões em ambas as áreas resolvidos pelas respectivas defesas.

No desempate, só Xhaka falhou... e com estrondo. Remate em força mas muito ao lado da baliza. Todos os outros 9 jogadores chamados a bater marcaram, ficando Krychowiak para a história ao converter o penalty decisivo. A Polónia está nos quartos de final, a Suíça vai para casa ficando a ideia de que podia ter feito mais.

Homem do jogo: Fabianski

 

21
Jun16

Ucrânia 0-1 Polónia: Apuramento confirmado com golo solitário


RSolnado

UNCRANIA POLONIA.jpg

 

No jogo de despedida da Ucrânia, a Polónia procurava ultrapassar a Alemanha (tinha de ganhar por maior diferença que os alemães). Muitas mudanças de parte a parte neste duelo entre as co-organizadoras do Euro 2012. 5 nos amarelos, e 4 nos de branco, o seleccionador polaco deixou os 4 jogadores em risco de exclusão no banco.

E acusou mais as trocas a Polónia, nomeadamente com três delas no meio-campo. A equipa até entrou bem e nos primeiros 3 minutos Milik e Lewandowski espreitaram o golo, com destaque para o falhanço do capitão e avançado do Bayern de Munique. Foi uma ameaça somente, a Ucrânia tomou conta do jogo e dominou a primeira parte, criando alguns lances de perigo.

 

Zinchenko mexeu com o jogo a meio-campo, e foi dele que saiu o passe a isolar Zozulya, valeu o grande corte de Pazdan. Estavam jogados 10 minutos. Até à meia-hora, Konoplyanka e Yarmolenko também espreitaram o golo, mas sem acertar com a baliza de Fabiaski. A Polónia defendia muito, nem sempre bem, o meio-campo não funcionava. De assinalar que nesta primeira parte Milik surgiu sobre um flanco, preferencialmente o esquerdo, jogando Zielisnki nas costas do avançado. Mas nem com mais um médio a Polónia contrariou a Ucrânia até ao apito para o intervalo. Lewandowski sozinho estava muito fora do jogo e ia sofrendo faltas bem duras quando intervinha.

 

No segundo tempo veio logo um sinal de mudança: Kuba rendeu Zielinski, que passou ao lado do jogo, voltando a equipa ao esquema habitual. E o golo solitário do jogo chegaria em menos de 10 minutos e pelo homem que saiu do banco. Canto curto da Polónia, Milik a combinar e depois assistir na área onde Kuba, após belo trabalho individual, rematou para o fundo das redes

Estava feito o único golo do jogo. Kapustka podia ter aumentando a contagem logo de seguida mas falhou o alvo. Do outro lado continuaram a existir oportunidades, mas quase sempre bloqueadas pelos defensores ou com os atacantes a rematarem para fora. Konoplyanka foi sempre o jogador mais activo mas raramente acertou com o alvo.

 

O jogo não iria mexer muito mais, nota ainda para uma boa defesa de Fabianski a remate de Rotan. Com 2 golos marcados, 0 sofridos e 7 pontos, a Polónia qualificou-se para os oitavos de final, ainda assim em segundo lugar, já que a Alemanha teve mais um golo marcado. A Ucrânia sai de cena com 3 jogos, 3 derrotas, 0 golos marcados e 4 sofridos, 3 deles na sequência de bolas paradas defensivas. Se calhar é por aqui que podem começar a fazer o trabalho de casa, em vez de estarem a fazer turismo nas fases finais das grandes competições.

 

Homem do jogo: Kuba

16
Jun16

Alemanha 0-0 Polónia : o intransponível muro Polaco!


Pedro Varela

540766948.jpg

 

Este jogo entre vizinhos estava rodeado de enorme expectativa pois uma vitória de Alemanha ou Polónia garantia a qualificação para os oitavos de final. Duas selecções bem conhecidas, não só pelo historial de anos em diversas competições, mas porque estiveram no mesmo grupo da fase de qualificação, uma vitória para cada lado, e também porque nos 22 titulares desta noite, 10 jogadores actuam na Bundesliga, o principal campeonato alemão.

 

Do lado germânico, Joachim Löw protagonizou uma alteração, retirando Mustafi, que até tinha marcado no primeiro jogo, para entrar Hummels. Podemos compreender esta modificação num sentido mais conservador, arriscando menos no sector defensivo, jogando pelo seguro.

Já do lado Polaco, Szczęsny que se lesionou na primeira jornada deu lugar a Fabiański e Grosicki a entrar para o lugar de Kapustka, extremo por extremo.

 

A primeira parte começa com natural domínio Alemão, logo com uma oportunidade por Götze, mas foi também o primeiro amarelo do jogo para Khedira. Importante este pormenor, porque retirou alguma agressividade ao médio alemão e de certa forma condicionou a sua actividade no jogo.

Até aos 20 minutos, foi, praticamente, um jogo com sentido único, Müller a ganhar na raça e Kroos a falhar nova oportunidade. Estávamos perante uma Alemanha muito ofensiva, Höwedes e Hector a subir muito no terreno de jogo no apoio ao ataque.

 

Aos poucos a Polónia começou a equilibrar o jogo, muito por culpa dos médios Krychowiak e Mączyński, bem como o lateral Piszczek a contribuir com alguma profundidade na forma como passaram a contrariar o jogo alemão. E se a Alemanha começava a perder algum fulgor, era muito por culpa dos centrais polacos, principalmente Pazdan, que controlavam tranquilamente na sua área a investida dos homens mais avançados da Alemanha.

 

Não admira portanto que o jogo tenha chegado ao intervalo empatado a zero. Não foram capazes, ambas as equipas, de efectuar um único remate à baliza defendida por Neuer e Fabiański.

 

A segunda parte começa com um falhanço escandaloso de Milik após assistência de Grosicki que correspondeu bem à titularidade que hoje lhe foi atribuída.

Götze do outro lado respondeu naquele que foi o primeiro remate à baliza, isto aos 50'. O jogo passou a modo de parada e resposta.

 

Löw demorou a alterar os jogadores que tinha em campo, era evidente que precisava de ter alguém a pensar o jogo e a organizar melhor o ataque, pois o jogo germânico tinha muita circulação de bola e pouca penetração. 

Enquanto isso Lewandowski, do outro lado, quase marcava de livre, estavam bem estudados estes lances de bola parada pela Polónia. Estávamos no melhor período de jogo dos polacos, e Milik, novamente ele, a falhar sozinho na marca da grande penalidade uma oportunidade escandalosa para inaugurar o marcador.

 

Entretanto Özil quase marcava e André Schürrle era a primeira substituição na Selecção Alemã, Draxler também saía de jogo para entrar Gomez, era o pressing final para conseguir os 3 pontos. 

Do lado Polaco, Nawałka, estava contente pelo resultado que ia conseguindo contra aquela que é, provavelmente, a Selecção favorita a vencer o Europeu (tal como a França) e campeã do mundo, pois mantinha intactas as hipóteses de qualificação e até do primeiro lugar no grupo, refrescando o meio campo com a saída de Maczynski por Jodlowiec, também a pensar no amarelo que já tinha, e voltando a colocar em campo Kapustka para a saída de Kuba, que esteve muito apagado durante os 90 minutos.

 

O jogo terminou com um empate a zero, o primeiro do Europeu, num resultado completamente aceitável. A Alemanha mais pressionante na primeira parte e nos momentos finais do jogo, a Polónia soube criar um autêntico muro que esteve intransponível e garantiu um empate muito importante para continuar na competição e conseguir um feito único!

 

Homem do jogo: Michał Pazdan

 

12
Jun16

Polónia 1-0 Irlanda do Norte : Milik derrubou o muro


Pedro Varela

polonia.jpg

 

A expectativa de ver a estreia da Selecção da Polónia após uma excelente qualificação no grupo da Alemanha, era proporcional à previsibilidade defensiva da Irlanda do Norte em estreia absoluta em fases finais do Europeu. De notar, no entanto, que os Irlandeses venceram um grupo composto por Hungria e Roménia, numa equipa, aparentemente, sem estrelas.

A vitória da Polónia surgiu com naturalidade!

 

Não foi preciso esperar mais que 5 minutos para perceber que o jogo iria ter sentido único. A Polónia rapidamente se instalou no meio campo da Irlanda do Norte e foi Milik, logo aos 6 minutos, a ter a primeira oportunidade de golo do jogo. De referir que o jogador do Ajax tinha sido a previsão do Parque para revelação e correspondeu da melhor forma.

Se seis minutos foram suficientes para perceber o sentido de jogo, aos 25, a Polónia já levava mais de 120 passes completos, quatro vezes mais que a Irlanda com uns míseros 33, o que dava pouco mais que 1 passe por cada minuto decorrido. Assustador!

 

Mas o muro Irlandês não estava fácil de ser derrubado, ora Piszczek, ora Kuba ou Krychowiak bem tentavam que a bola chegasse a Lewandowski, mas a estrela Polaca não tinha espaço suficiente e não foram poucas a vezes que recuou no terreno para ter bola e furar por entre os defesas verde e brancos.

 

A certa altura, ainda nesta primeira parte, a Polónia apresentou um esquema de 2x6x1x1 quando olhávamos para os posicionamentos dos seus jogadores em campo e o golo só não aconteceu por Kapustka pois McGovern, o melhor da sua selecção, com uma excelente defesa desviou para canto.

O intervalo chegou com um surpreendente nulo no marcador.

 

A segunda parte arrancou da mesma forma e o sentido da baliza apenas mudou de lado. Mas façamos uma pausa na análise do jogo. Não tenho dúvidas que Nawalka, treinador Polaco, tenha visto alguns, senão muitos, jogos da Irlanda do Norte. Saberá perfeitamente que o esquema de 5x3x1x1 era aquele que iria encontrar pela frente, portanto, encontrar um muro de jogadores Irlandeses na frente do seu guardião era o mais natural. Claro que é a antítese do futebol, mas cada equipa joga com as armas que dispõe. Cabe preparar os planos A, B e C para o que se vai encontrar pela frente.

 

Felizmente Milik conseguiu furar a defesa contrária e bem dentro da área marcou aquele que seria o único golo do encontro. E quem poderia esperar que a Irlanda da Norte pudesse eventualmente atacar a partir deste golo sofrido, enganou-se. Redondamente!

 

A Polónia continuou no ataque, a procurar garantir o segundo golo, da tranquilidade, e foi preciso chegar bem perto do final da partida, para ver Lafferty em esforço inglório na procura do empate e Davies desesperado por acertar na bola isolado em frente a Szczesny. Absolutamente paupérrimo.

 

A vitória Polaca é completamente justa, o futebol venceu!

 

Homem do jogo: Arkadiusz Milik

 

05
Jun16

Grupo C: Polónia


RSolnado

  • Fifa ranking 27
  • Grupo C
  • Treinador Adam Nawalka
  • Primeiro jogo Irlanda do Norte

As prestações no Euro 2008 (em casa) e 2012 não deixaram boa memória, mas a equipa que chega a 2016 está diferente, para melhor. Na qualificação somente perdeu uma vez, na Alemanha, arqui-rival que derrotou em casa e reencontra nesta fase de grupos. Candidata a discutir o apuramento com a sua co-organizadora de 2012, a Ucrânia, não pode vacilar diante da Irlanda do Norte no primeiro jogo e garantir uma vitória obrigatória, que os colocará na rota dos oitavos de final.

A equipa tem estado em estado de graça, a dinâmica do meio-campo, a profundidade dos seus laterais e sobretudo a forma produtiva dos seus avançados quebrou o paradigma de equipa fechadinha que esperava um contra-ataque para fazer a diferença. Ainda assim poderá estar excessivamente dependentemente de Lewandoswki e da força do sevilhista Krychowiak a meio-campo. Curiosidade para ver a escolha na baliza, as duas temporadas de grande nível de Fabianski no Swansea permitiram-lhe roubar a baliza da Selecção a Szczesny, que no entanto se reabilitou na Roma esta época.

 
Craque
Robert Lewandoswki

Aos 27 anos, o capitão da Polónia está no auge da sua carreira. Apontou 13 golos em 10 partidas na qualificação, e nesta época marcou 42 golos com a camisola do Bayern, melhor registo da sua carreira. A selecção está montada em seu redor, isto é, todos sabem o que têm a fazer até levarem a bola à área, onde o letal avançado faz a diferença.

 
Revelação
Arkadiusz Milik

O jovem avançado do Ajax pode ser a chave do sucesso do ataque polaco. Jogando a Polónia com 2 avançados a vigilância sobre Lewandowski diminuiu ou deixam Milik sozinho... Pelo Ajax foram 23 golos esta época, e na qualificação mais 6, beneficiando sobretudo das atenções estarem centradas em Lewandowski, Milik apareceu com mais espaço e não se fez rogado. Jogador que pode ser para outros voos, pode ter neste Europeu uma rampa de lançamento.

 
Onze Tipo
Fabianski ou Szczesny; Piszczek, Glik, Pazdan (Salamon) e Wawrzyniak; Krychowiak, Kuba Blazczykowski, Maczysnki e Grosicki; Lewandowski e Milik.