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Parque dos Príncipes

Espaço dedicado à cobertura do Campeonato Europeu de Futebol de Selecções a decorrer em França de entre 10 de Junho e 10 de Julho

Parque dos Príncipes

Espaço dedicado à cobertura do Campeonato Europeu de Futebol de Selecções a decorrer em França de entre 10 de Junho e 10 de Julho

26
Jun16

Portugal 1-0 Croácia : contra o aborrecimento apareceu Quaresma!


Pedro Varela

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Desculpem-me os leitores do Parque que não puderam ler a crónica imediatamente a seguir ao apito final do jogo, como tem sido habitual. A Selecção, por incrível que pareça, e sendo eu um adepto indefectível do futebol em Portugal, ainda consegue mexer comigo. Por isso, desloquei-me a um dos pontos da minha cidade onde habitualmente se instalam ecrãs gigantes, cerveja e malta que manda uns "bitaites" de bola e que são os verdadeiros treinadores de bancada. Assisti, comentei, vibrei e festejei uma vitória de Portugal!

 

Parece incrível que em 2016 se possa vibrar tanto pela Selecção, sabendo que atravessámos um período onde as quezílias entre adeptos de clubes rivais é enorme em torno da discussão de quem deve ou não ser titular, do "super-agente" que controla a convocatória, do futebol pálido e por vezes assustador que Fernando Santos consegue nos presentear, pela falta de cultura futebolística, ainda hoje confidenciava que olhámos para todas as Selecções que estão presentes no Europeu e há, nas bancadas, um apoio incrível que transcende todas as "guerrinhas" internas, mas, mesmo sabendo de tudo isso, quando chega a hora de cantar o hino e ver 90 (ou 120) minutos de pobre futebol, no momento do golo tudo se esquece e lá se solta um "venha de lá o próximo"!

 

O onze que Portugal apresentou hoje diante da Croácia é, tendo em conta que vamos no quarto jogo o Europeu, uma autêntica surpresa. Não pelas alterações que foram efectuadas, que diria serem normais e que há muito já deveriam ter acontecido, mas porque colocar-se em campo 4 jogadores que não tinham feito um único minuto no Europeu, num jogo a eliminar, se não foi inédito, andou por lá perto.

Lembrou-me hoje Fernando Santos, o treinador brasileiro Scolari em 2004 quando teimou com um determinado 11 na abertura do Europeu em Portugal, alterando-o no jogo seguinte. O actual treinador Português demorou um pouco mais.

Do lado Croata, os regressos de Modric e Mandzukic, que recuperaram de lesões enão tinham defrontado a Espanha, foram as principais entradas num onze que se esperava ofensivo e, provavelmente, o mais forte que apresentaram no Europeu de França.

 

A primeira parte foi maçadora, sejamos sinceros. As equipas muito receosas, muito mais posse de bola para a Croácia, Portugal a deixar jogar, as Selecções tacticamente muito encaixadas uma na outra, com o jogo em velocidade lenta e sem grandes riscos. Ficava um sinal do que seria os restantes 45 ou mais minutos. A ideia que um golo seria o suficiente para vencer a eliminatória ou, no limite, as grandes penalidades eram a lotaria que poderia decidir quem iria passar, estava confirmada!

 

Com 5 minutos da segunda parte, Fernando Santos decide mexer. Podia ter sido no intervalo, deveria ter sido, na minha opinião, no início do jogo. Renato Sanches entrou e acabou por ter um papel importante no desfecho do jogo.

O jogo, no entanto, continuou fraco, sem oportunidades de golo, sem jogadas rápidas e desconcertantes, as Selecções de Portugal e Croácia não estavam dispostas a correr riscos. Ficou a ideia que Fernando Santos e Cacic teriam feito um pacto que não agressão e por isso o tédio manteve-se!

 

Não foi, portanto, de estranhar que os 90 minutos tenham sido atingidos sem que houvesse um remate à baliza de Patrício ou Subasic. Foi a primeira vez que aconteceu em Mundiais e Europeus desde 1966. Notável!

 

Fica a nota que aos 64' houve uma grande penalidade para Portugal e que não foi assinalada. Strinic pontapeou Nani e o árbitro espanhol nada assinalou.

 

Com mais 30 minutos para se jogar, em três jogos do dia, era o segundo a ir a prolongamento, previa-se um calvário muito idêntico ao que até agora tínhamos assistido. Já com Quaresma em campo, tinha entrado as 88', e do lado Croata já com Kalinic dentro das 4 linhas e mais tarde com Pjaca, o jogo foi-se arrastando para as grandes penalidades sem que se vislumbrasse um escapatória para qualquer das Selecções. Até que chegou o minuto 116!

 

Perisic ficará com esse momento para sempre na sua cabeça. Primeiro, pelo movimento que levou a bola ao poste de Patrício e em segundo, porque na recuperação defensiva de bola por Portugal, nasceu o golo da vitória e da qualificação. Ronaldo mete em Renato, que por sua vez encosta na esquerda para Nani, isto já com mais de 50 metros de campo percorridos, Nani num passe rasteiro, que de tão mau que foi enganou os defesas Croatas, isola Ronaldo que atira para a baliza, Subasic faz uma excelente defesa que por sua vez coloca a bola milagrosamente na cabeça de Quaresma que só tem de encostar para o fundo das redes, isto tudo perante o desespero dos adeptos da região dos Balcãs e o gáudio dos Portugueses. 

 

Respirou fundo Fernando Santos, apesar de continuar sem vencer nos 90 minutos, o objectivo de qualificação para os quartos de final estava conseguido e o adversário que se segue é a Polónia, que bateu a Suíça nas grandes penalidades e só hoje, ao quarto jogo sofreu o primeiro golo na competição.

A Croácia que tinha vencido a Espanha e o grupo D de qualificação onde estava República Checa e Turquia, pouco fez para conseguir algo mais neste jogo contra Portugal, teve mais azar que a Selecção Lusa e segue agora para casa. 

 

Na próxima quinta abrimos os quartos de final, esperemos que este jogo tenha aberto os olhos a Fernando Santos!

 

Homem do jogo: Pepe

21
Jun16

Espanha 1-2 Croácia : Perišić quebra Espanha 12 anos depois!


Pedro Varela

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A Espanha já estava qualificada antes da partida diante da Croácia se iniciar e um empate entre estas duas selecções preenchia os lugares de qualificação directa, faltava perceber se esse resultado, favorável às duas equipas, iria mexer na forma como se desenrolaria a partida.

 

Vicente del Bosque não mexeu no 11 titular, o que indicaria que este encontro não era para descansar alguns dos jogadores fundamentais, tendo já em vista os oitavos de final. São já 7 jogos consecutivos que a Espanha leva(va) sem sofrer golos, 14 jogos sem perder em fases finais do Europeu. Tudo terminou hoje!

Já a Croácia fez 5 alterações, Modric, a estrela, ficou de fora por lesão, a grande novidade foi a entrada de Kalinić para o lugar de Mandžukić. Alteração esta que surtiu efeito.

 

O domínio Espanhol cedo começou a sentir-se na partida, não só na tradicional posse de bola, como nas movimentações no campo adversário, qualidade no passe e penetração a que estamos habituados. Logo aos 7', Morata inaugura o marcador, após jogada de Fàbregas que tinha recebido a bola dos pés de David Silva numa fantástica assistência. Não demorou mais de 60 segundos até que Nolito quase voltasse a mexer no marcador do jogo. O jogador espanhol a justificar completamente a opção como titular neste Europeu.

 

O primeiro aviso da Croácia chegou por Kalinić, num excelente remate a ser defendido por De Gea. E tal como no lance do golo Espanhol, a Croácia rapidamente voltou a ter uma excelente oportunidade, com o guardião espanhol a perder a bola que foi parar aos pés de Rakitić que atirou à barra após um monumental chapéu que seria um dos golos do Euro.

 

O jogo entrou depois num momento mais calmo, muita posse de bola para a Espanha, com alguns remates, muitos deles ao lado e interceptados, por David Silva e Nolito, e a Croácia numa toada de contra ataque sempre muito incisiva a procurar o empate. Que acabou por acontecer no último minuto de jogo, após uma excelente jogada de Perišić que assiste Kalinić e este bate De Gea com um toque sublime de calcanhar.

Apesar do maior domínio da Espanha, principalmente ao nível da posse de bola, a Croácia fez mais remates e justificava o empate.

 

A segunda parte começa com uma excelente oportunidade da Croácia, Pjaca com um pontapé de bicicleta a atirar ao lado. Estava dado o mote para os segundos quarenta e cinco minutos interessantes, com incerteza no resultado final, onde o primeiro lugar ainda estava em disputa e recordemos que ficar em segundo tinha como destino jogar contra a Itália nos oitavos de final.

Seguiram-se dois momentos controversos. Aos 63' a Croácia reclama grande penalidade num corte em falta de Sérgio Ramos. O árbitro não entendeu marcar. Sete minutos depois, há um encontrão pelas costas a David Silva e é assinalada a grande penalidade. O critério não foi uniforme. Ramos, no entanto, falharia a grande penalidade, num lance em que se confirma que os árbitros de baliza, por vezes, só lhes faltam uns óculos escuros e um pastor alemão, pois Subašić está 1 metro à frente da linha de golo ainda antes do remate de Sérgio Ramos.

 

Os momentos finais são para a Croácia, primeiro, Ćorluka, o jogador mais azarado deste Europeu. Depois da primeira jornada onde sangrou abundantemente num lance duro, voltou a ter problemas na cabeça e teve de ser substituído. Segundo, aos 87', a jogada do encontro, aquela que nos manuais de futebol explica como se faz uma transição rápida, Kalinić recebe a bola perto da sua área, avança com ela, contemporiza e endossa a bola na altura certa para Perišić arrancar em direcção à baliza de De Gea e marcar o golo da vitória que garantia o primeiro lugar do grupo!

 

Homem do jogo: Perišić

 

17
Jun16

República Checa 2 - 2 Croácia: Os Croatas Com Adeptos Destes Não Precisam de Adversários...


J.G.

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Por muitos torneios que vejamos, por muito futebol que nos passe pela vista, há situações que nunca vamos entender. O Final de jogo em Saint-Ètienne ficará na história deste Euro como a sequência mais surreal que já se viu, sendo que os adeptos resolveram trair a própria equipa!

 

Comecemos pela entrada das equipas para esclarecer já que escolhemos Srna como melhor em campo pela sua atitude incrível de continuar a jogar o Euro depois de ter ido ao funeral do seu pai na Croácia. Logo ao ouvir o hino tivemos uma das imagens mais fortes do campeonato com o capitão croata emocionado a chorar. Depois entregou-se ao jogo como é seu timbre e arrancou uma exibição muito honrosa.

 

A Croácia aproveitou o balanço que trazia da vitória na estreia e apresentou o mesmo onze que defrontou a Turquia. Dominaram o jogo todo e estiveram sempre mais perto de marcar. Era uma questão de tempo. Foi ao minuto 37 que Badelj desmarcou Perisic que aproveitou a fraca oposição para abrir o marcador. Era o segundo golo do dia para um jogador do Inter, depois de Éder ter dado a vitória à Itália.

Na 2ª parte o jogo não mudou muito e a Croácia chegou com naturalidade ao 2-0, Brozovic serviu Rakitic que aproveitou para dar uma vantagem mais justa à sua equipa. 

O jogo parecia resolvido e a R. Checa era uma desilusão. Vrba resolveu apostar em Lafata que voltou a ser uma nulidade e continuava com o seu ataque muito dependente de Rosicky. Foi o "10" checo que deu uma esperança ao seu país quando fez um belo passe para uma fabulosa cabeçada de Skoda fazer o 2-1. Já o treinador tinha mexido na equipa e a diferença notou-se de imediato. Não só com a presença de Skoda como também de Necid a criar algum respeito à defesa contrária.

 

Os croatas sentiram que a vitória estava em perigo e reagiram muito bem voltando a ter a bola espreitando o 3-1. Entretanto, já tinham perdido Modric por lesão e viriam a perder a cabeça com uma atitude vergonhosa dos seus adeptos. A poucos minutos do fim, da bancada dos croatas chovem tochas acesas para o relvado! Cerca de 15 tochas caíram na zona entre a grande área de Cech e a bandeira de canto. Pior, um dos bombeiros que tentava limpar o relvado rapidamente ia pegar num petardo que rebentou na altura em que se aproximou. Inacreditável. Jogo parado, jogadores croatas incrédulos a pedirem contenção, bancadas com clareiras e adeptos a lutarem entre si, polícia indecisa perto do relvado a assistir a tudo. Enfim, este Euro está a ter problemas a mais.

 

Como castigo, os croatas desconcentraram-se, os checos acreditaram e o defesa central Vida resolve por a mão na bola na sua área oferecendo um penalti que Necid agradeceu e transformou num empate impensável até aos 75 minutos de jogo. Já estávamos em tempo extra e foi mesmo a R. Checa a estar perto da reviravolta. Acabou com um empate que deixa uma esperança de sobrevivência para os checos. 

A Croácia terá de esperar pela reacção da UEFA e lutar na última jornada pelo apuramento com a ... Espanha. 

 

Melhor em campo: Srna

12
Jun16

Turquia 0-1 Cróacia: Bilhete de Modric faz justiça!


RSolnado

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O primeiro jogo do Grupo D prometia bastante, duas selecções que se reencontravam 20 anos depois da estreia entre ambas no Euro/96. A Croácia é das formações que promete sempre ir longe, a Turquia já se sabe nunca vira a cara à luta.

Ambos os treinadores optaram por 11 mais “prudentes” do que seria expectável. Do lado croata Badelj foi escolhido em vez de Pjaca, desviando Brozovic para a direita provavelmente para não só dar mais liberdade a Modric e Rakitic mas também para fechar melhor o flanco direito. Do outro lado Ozyakup juntou-se a Ozan Tufan e Selkun Inan para um meio-campo reforçado com um elemento de cada um dos clubes grandes de Istambul. O sacrificado foi Sen, que entrou ao intervalo a tempo de “distribuir fruta” por todos os croatas e conseguir sair só com um cartão amarelo!

A Croácia foi melhor durante todo o jogo, entrou mais pressionante, mais dinâmica e cada vez que as estrelas Modric e Rakitic pegavam no jogo a equipa chegava ao último terço do campo, privilegiando o corredor direito pelas subidas de Srna. Com alguns lances de perigo relativo no primeiro tempo, a primeira ocasião clara surge já depois da meia-hora e do outro lado com Gonul a cruzar para a cabeçada de Tufan, boa intervenção de Subasic.

A resposta não tardou, primeiro Brozovic ameaçou a baliza de Babacan. Depois surgiu o golo, e que golo! Uma verdadeira obra prima de Luka Modric, o playmaker do Real Madrid a encher o pé num remate de ressaca de muito longe, um tiraço de primeira a uma bola aliviada por Inan e que só parou no fundo da baliza: Babacan estirou-se mas com o esférico a bater no chão mesmo em cima do guardião deixou-o sem hipóteses de defesa. E que dizer do festejo do golo com direito a invasão de campo? Absolutamente memorável!

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Ao intervalo Terim não perdeu tempo e lançou Sen para um flanco, jogando com Çalhanoglu nas costas do tosco Tosun que esteve sempre fora do jogo excepto quando abriu a cabeça a Corluka na primeira parte, originando uma das imagens recorrentes do jogo o sangue a jorrar da cabeça do experiente central croata.

A Turquia expôs-se, arriscou e deu espaço que os croatas aproveitaram para um recital de futebol ofensivo, bem apoiado e desenhado mas infelizmente também de golos falhados. Aos 51’ slalon de Rakitic castigado em falta na meia-lua, no livre Srna acertou na trave. Três minutos volvidos Srna a falhar a recarga a uma defesa incompleta de Babacan, atirando para fora. Aos 65’ Brozovic chegou uma fracção atrasado e não desviou o suficiente o cruzamento de Perisic... que aos 72’ iria acertar na trave de cabeça após cruzamento de Mandzukic da direita. Aos 79’ foi Brozovic, também de cabeça, com Babacan a desviar para a trave e para canto.

Cacic não sentia necessidade de mexer na equipa, que jogava bem mas não matava o jogo e só gastou as substituições no fim. Do outro lado Terim recorreu ao histórico Burak Yilmaz, nunca servido em condições, e ao jovem prodígio Emre Mor que pareceu acusar a pressão e não foi esclarecido nas suas acções, tal como a maioria da sua equipa. Çalhanoglu foi precipitado a jogar quer de bola corrida quer na bola parada, uma das suas especialidades. Arda Turan jogou 65 minutos e passou completamente ao lado do jogo.

No que foi um dos melhores jogos até ao momento em termos de futebol, muito por culpa da Croácia, ficam duas certezas: A Turquia tem de fazer muito mais para passar aos oitavos e a Croácia parece dar razão a quem os coloca numa segunda linha de possíveis candidatos. A estreia prometeu!

Melhor em campo: Luka Modric

 

06
Jun16

Grupo D: Croácia


J.G.

  • Fifa ranking 27
  • Grupo D
  • Treinador Ante Cacic
  • Primeiro Jogo Turquia
 
 

Quando uma equipa se apresenta com uma dupla no meio campo composta por Rakitic e Modric, os dois armadores dos colossos espanhóis Barça e Real, as responsabilidades aumentam logo à partida. Juntemos Perisic, Pjaca e Mandzukic na frente e temos que colocar a Croácia entre as equipas que mais expectativas despertam neste Euro.

No entanto, o caminho para França foi atribulado. Em Setembro passado soou o alarme após maus resultados de Niko Kovac e foi chamado o experiente Cacic. De curriculum modesto mas com enorme trabalho no futebol de formação, além de ter ganho títulos no D. Zagreb e ter levado o Maribor a dar nas vistas na Liga Europa, o treinador de 62 anos não gerou consenso. Ao apurar os croatas atrás da Itália, a confiança aumentou e agora com tanta qualidade e muita experiência de jogadores que actuam em ligas de topo, há a esperança de voltar a ver as camisolas quadriculadas a irem longe na competição.

 

Craque

Ivan Rakitic

Passou de jóia da coroa do Sevilha a suporte do impressionante trio atacante MSN no Barcelona. Ganhou consistência física, desenvolveu a sua técnica de assistente e é um dos jogadores mais completos do meio campo croata. Rakitic é um craque de corpo inteiro aos 28 anos.

 

Revelação

Marko Pjaca

Pela idade, 21 anos, pelo clube onde joga, D. Zagreb e pela confiança que Cacic tem nele, Pjaca tem tudo para ser uma das boas surpresas deste Europeu. Muito forte na ala direita a criar desequilíbrios, vai precisar que a lenda Srna esteja ao seu melhor nível para o ajudar a explodir.

 

Onze Tipo:

Subasic; Srna, Corluka, Vida, Vrsaljko; Modric, Brozovic; Perisic, Rakitic, Pjaca; Mandzukic.